A autora expõe de forma vibrante, poética, questões, inquietações profundas antigas e atuais que inundam a mente e povoam a alma humana. Expõe o viver, o sentido da existência como uma experiência que provoca sentimentos antagônicos. Denuncia a veemência com que proclamamos a infestação das oposições à realização dos desejos; e nos lembra que não raramente, a nossa maior oposição é a indefinição da realidade que queremos.
Existem tantas riquezas em nosso interior que permanecem inativas, terrível privilégio do ser humano de afastar-se de si mesmo, de desaperceber-se do seu mundo e de suas possibilidades. Como isso pode acontecer? De onde deriva a divisão e o abismo existente entre o querer e o fazer? Como tomar consciência de si e posicionar-se?
...e tudo isso ecoa de forma desorganizada, gritante e o pior, auto-convidativo por demais, pro meu gosto. Sabemos mto pouco de nós mesmos, sentimos um emaranhado de sensações e queremos justamente aquilo que esta mais difícil de alcançar. E se tentar organizar tudo de uma só vez; aí é que piora. Então... Vamos por partes!
ResponderExcluirLindo texto, menina!